Utopia do sr filipe sousa, de cognome o sem obra feita


Obrigado SENHOR JOSÉ MANUEL COELHO, pela sabedoria,
coragem, arrojo e bravura da sua iniciativa em relação ao projecto
da Quinta Escuna.


O Sr. Coelho, tirou da “cartola” o projecto da Quinta Escuna e pôs também a nú com grande pujança a descomunal mentira deliberada do sr. filipe sousa

o sr. filipe sousa de cognome o sem obra feita, teve acesso aos documentos ab initio e, apesar de verificar a correcção, viabilidade e rentabilidade do projecto, optou pelo caminho da demagogia e da mentira para servir fins pessoais e partidários.

O sr filipe sousa deturpou totalmente a informação da Quinta Escuna para servir os seus fins eleitorais.

O sr filipe sousa serviu-se do conhecimento privilegiado que tinha sobre a Quinta Escuna para enganar o Povo de Santa Cruz e “vender” a ideia de que a Quinta Escuna seria um negócio ruinoso para o Povo e para Câmara Municipal.

Como se constata da documentação da acção judicial contra a Câmara, o projecto da Quinta Escuna é transparente e constituía um excelente negócio para Câmara e para o empresário.

De toda a informação relativa ao projecto, o filipe sousa divulga apenas o n.º 1 da Cláusula 5.ª (que refere que a renda mensal é de 126.000,00€) porque dito dessa maneira serve os seus fins eleitorais.

Ora, como podemos ver no “Contrato de arrendamento e Promessa Unilateral de venda” assinado com o Município, o que filipe sousa não diz (nem quer revelar) é o mais importante, que é o n.º 3 da mesma Cláusula, onde se pode ler: O valor de renda a pagar mensalmente pelo Município será, contudo, o que resultar da soma dos seguintes montantes:

linha a) 6,39€ vezes o n.º de metros quadrados afectos aos serviços do Município;

linha b) 6,39 vezes o n.º de metros quadrados dados efectivamente de subarrendamento pelo Município.

Na cláusula 11.ª, no nº 1, pode-se ler o seguinte: “Pelo presente contrato a Tijolo Branco promete vender ao Município o prédio onde se insere o locado”; o n.º 3 da mesma cláusula diz o ainda: “Caso venha a ser executada a promessa unilateral de venda constante do nº1 anterior, será imputado no preço (…) todas as quantias que a Tijolo Branco tiver recebido até à data da outorga da venda…”

Por conseguinte, é uma aquisição para o município a Custo Zero!

Quem paga as rendas são os inquilinos e quem faz o investimento na Quinta Escuna é o empresário.

Quem, em bom juízo e boa-fé, pode negar de que se trata de um excelente negócio para o Município?

O sr filipe sousa anda a enganar a opinião pública, mas não consegue apagar o que foi contratualizado e assinado, os investimentos feitos pelo empresário, o património que este teve que dar de garantia ao financiamento do projecto e os prejuízos elevados que assumiu por conta da revogação unilateral e ilegal da Quinta Escuna. 

Porque não se trata efectivamente de um negócio ruinoso (só o foi para o empresário), filipe sousa não vai conseguir enganar o Tribunal como enganou o Povo de Santa Cruz e assim a Câmara vai ter de pagar ao empresário um valor de indeminização superior a 40.000.000,00€.

Eis o custo da irresponsabilidade política do sr. filipe sousa!